Valeu pelo resultado 1
O gol de Juninho, nos primeiros minutos do confronto com o Vila Nova (GO), na sexta-feira, 4 de novembro, no estádio Serra Dourada, dava a impressão de que o Bahia teria uma jornada tranquila na tentativa de ingressar no G4 da Série B. Ledo engano. Não se sabe se por orientação do técnico Guto Ferreira ou por instinto, o tricolor recuou demais após ter inaugurado o placar, abdicou de jogar e acabou atraindo o adversário para o próprio campo de defesa. Como consequência, escapou por diversas vezes de sofrer o gol de empate e até de perder essa partida tão decisiva. Os goianos abusaram de perder chances claras de gol, o que mostrou que o Bahia também tem sorte. Enfim, o placar mínimo somado a derrota do Náutico diante do CRB manteve o clube baiano entre os quatro da ponta. Mas será preciso jogar mais para ascender à primeira divisão nas rodadas restantes.

Valeu pelo resultado 2
No domingo (6), o Vitória, que precisava desesperadamente derrotar o Atlético (PR), no Barradão, para se distanciar um pouco da turma de baixo, também abriu o placar logo cedo, depois de bela jogada individual de Marinho, o que significa dizer que a torcida rubro-negra esperava tranquilidade para o decorrer da partida. Novamente, ledo engano. Após dois vacilos defensivos – um de cada lado do campo de defesa – os visitantes viraram rapidamente o marcador, trazendo pânico aos presentes no estádio e muita intranquilidade aos comandados pelo técnico Argel. Ao fim do primeiro tempo, Vitor Ramos e Marinho chegaram a trocar empurrões na saída para o intervalo. Mas o treinador gaúcho soube acalmar a turma no vestiário, promoveu a entrada de Deivid e teve muitos méritos no empate e no terceiro gol do leão. “Dí Marinho”, mais uma vez, fez a diferença, enlouquecendo o público presente. Para completar a tarde alegria, o Palmeiras venceu o Inter e o Vitória deixou a indesejável zona de rebaixamento.

Título
Por mais que o Santos tenha encostado, deixando, inclusive, Flamengo e Atlético (MG) para trás – estes dois últimos em queda livre – dificilmente o Palmeiras deixará escapar o título do Brasileirão em 2016. Embora a bola jogada pela turma do técnico Cuca não seja aquela, redondinha, do primeiro turno, também é verdade que o futebol de Zé Roberto, Gabriel Jesus e cia segue muito competitivo, uma consequência da qualidade do elenco palmeirense, cujas peças de reposição, como Cleiton Xavier têm sido de grande utilidade. No futebol tudo é possível, já sabemos, mas é bem improvável que o verdão deixe de levantar a taça.

Pimentinha
Acabou o gás do Flamengo?

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