Não, não é um drama nem tão pouco um epílogo do filme nacional “Meu Nome Não É Johnny”, do diretor Mauro Lima, estrelado pelo ator Selton Melo…

Nada disso. A história verídica aqui narrada é protagonizada pelo jovem de poucas fotos pessoais Johnnie Machado, de 19 anos. Soteropolitano, ele se diverte com as formas mais tresloucadas com as quais amigos, vizinhos, conhecidos e desconhecidos escrevem seu nome.

Johnnie e amigos. | Foto: Arquivo pessoal

Johnnie e amigos. | Foto: Arquivo pessoal

Lógico, todas elas com erros de grafia!

Se perguntado de bate pronto, quais são os erros mais recorrentes, nosso personagem não titubeia:

– Muitos até hoje… Joni, Jony, Jhony, Jhonnie, Jhonni, Jonini, Dioni…

Mas toda essa pitoresca situação não o aborrece. “Não me incomoda. Na verdade gosto muito do nome. Acho muito legal”, conta.

A irmã de Johnnie foi quem escolheu o nome dele, quando era ainda uma bebê de 3 anos. “Ela só me chamava de Johnnie quando eu estava ainda na barriga.
O apelido de meu pai é ‘Johnnie’. Então, cresci sendo chamado de Johnnie somente na escola, porque entre os parentes e amigos, Johnnie é meu pai”, explica.

Mas, afinal, como Johnnie era chamado pelos parentes e amigos da família?… Simples, pelo apelido do apelido: “John”.

Em meio à entrevista, o jovem rir ao receber mais uma pérola de grafia do seu nome, numa mensagem enviada por uma amiga: “Porque não vai no zoo, Jhonir? É ali pertinho”!

Gargalhadas.

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