Autor: Adailton Precioso Souza

DIVÃneando: Quando a fé exclui ou a Rosa de Hiroshima

Ao som da música Rosa de Hiroshima, resolvi utilizar meu restinho de manhã dominical para escrever. Creio que a escrita, de alguma forma, nos eterniza, deixa uma marca no mundo e em nós mesmxs. Escrevo para você que, talvez, espera meus textos para se deparar com leituras outras de mundo a partir de uma pessoa que experimentou em sua carne as marcas da exclusão perversa da sociedade brasileira desde o seio que, outrora, era familiar até os ambientes eclesiásticos que diziam agir em nome de um Deus que é todo Amor. Uma falácia, a meu ver, que exclui quem...

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DIVÃneando: Por um fio

À medida que os anos passam, o sentimento de efemeridade atravessa minha humanidade. Digo isso com muita convicção. Todas as vezes, por exemplo, que visito minha primeira comunidade nas missas dominicais e vejo as gerações que se foram, as que cresceram e as que nasceram, me vejo questionado pela assertiva: quão bela, meu Deus, e efêmera é a vida! Neste ano de 2016, tenho refletido muito sobre as questões existenciais e acerca do que vale a pena ser vivido. O fim de um ciclo, de um relacionamento, de um ano, marca para nós que também há de chegar o...

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Hoje é dia de celebrar a vida

Agradeço profundamente àqueles que enriquecem a minha vida. Na mesma dose em que me ofereço aos meus, tenho recebido, ao longo desses anos, alegrias profundas. O que mais admiro neste caminhar são os frutos de transformações em almas como esta que vos escreve logo abaixo. O nome dele é Wesley Rodrigues, aluno do curso de psicologia da Unijorge.  Agradeço publicamente pelo texto que nos (me) representa, professores engajados no processo de transformação das pessoas. “Mestre é assim Incomoda, bagunça, luta enfim Por uma causa justa que é Nós não nos acomodarmos assim Do cabelo enroladinho, aquele que provoca, Da...

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Para além de um comercial de margarina

Caro leitor. Há momento em que a fala de um terceiro atravessa tanto nossa existência que só nos resta escutar e fazer ressoar. Eis uma mãe que eu gostaria de ter. Aquela que transformou a dor em diamante e instrumento de lapidação do outro!!! Boa leitura… Eu me chamo Inês e tenho um casal de filhxs, André e Andreia. Sou casada há 30 anos com o mesmo marido – pai dos meus filhxs – e durante muito tempo, me orgulhei de ter tido uma família clássica, uma família “de comercial de margarina”. Éramos “felizes” como manda o figurino em...

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Simplesmente Liberdade

Por onde passamos, deixamos marcas e somos marcados. Há sempre uma relação dialética na cultura do encontro. É com muita satisfação e realização que oferto a você, caríssima leitora e leitor, as palavras de Analídia! Saboreemos… Parafraseando um professor muito querido: “Acho que estamos acostumados com a opressão”. Assim que o vi publicar em sua rede social, fui correndo falar com ele, que estava justamente a me enviar a mesma frase para que eu refletisse (pois o lema de sua vida parece ser provocar desequilíbrio em prol de repensarmos nossas verdades absolutas). O primeiro pensamento que me foi eliciado...

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