Diversidade lotou o Centro Antigo da capital baiana pela liberdade e contra discriminação…
Cultura, empoderamento, música e um grito de liberdade. Cabelos crespos de todas as cores, tamanhos e idades, tomaram o centro antigo da soterópolis no último domingo, 13 de novembro, formando a multidão da II Marcha do Empoderamento Crespo.
A Atividade teve início no Campo Grande, contou com roda de capoeira, oficina de cartazes e o som contagiante da banda Didá. Sim, foi o grito da sororidade que comandou o movimento.

Foto: Jeferson Conceição

Foto: Jeferson Conceição

Artistas, intelectuais, personalidades políticas e representantes do movimento social, deram o tom da caminhada. A diversidade, mais uma vez, ganhou as ruas de Salvador reunindo cerca de 2 mil pessoas, de diversas idades e gêneros.

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“Tem gay, lésbica, trans, hetero… Sim, encrespa!. Muito mais do que moda, cabelo é personalidade, é identidade étnica e cultural é empoderamento”.

Essas e outras palavras de ordem marcaram o novembro negro da capital baiana em defesa do empoderamento negro e da quebra de estereótipos, contra o genocídio do povo negro e de toda e qualquer forma de discriminação.
Após a concentração no Campo Grande, a marcha seguiu até a Praça Castro Alves.

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